Possibilidades Futuras
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Crônica
Por
Isabela Alves
Graton*
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| Foto: arquivo pessoal |
Desde pequena toda
criança ouve a mesma pergunta, seja dos pais, amigos ou parentes: “o que você
quer ser quando crescer?” Alguns respondem médicos, advogados, veterinários,
engenheiros ou inúmeras outas profissões, mas para mim nenhuma dessas respostas
pareciam certas.
Eu não sabia o que “queria ser” e, sinceramente, até hoje me pergunto se sei. Até o ano passado não tinha ideia do que iria cursar na universidade, eu pesquisava sobre as diversas profissões que pareciam mais ou menos interessantes tentando me imaginar exercendo alguma delas no futuro, mas sem sucesso. Em uma dessas pesquisas, porém, passei a analisar seriamente o jornalismo e considerá-lo como uma opção. Muitas pessoas já me haviam dito que eu devia ser jornalista, geralmente sob o pretexto de que eu “adoro ler” ou, nas palavras da minha mãe, “falo demais”, mas eu sempre dizia que não tinha certeza se tal profissão seria realmente para mim. Porém, quanto mais pesquisava sobre jornalismo, mais percebia que poderia me interessar muito. O jornalista é aquele que observa tudo e investiga diversos assuntos para depois expô-los para a população, sendo assim uma pessoa curiosa como eu se encaixa bem nesse perfil. Além disso, a falta de rotina, os horários muitas vezes malucos e a possibilidade de ir a diversos lugares atrás de notícias me atraiu muito.
Eu não sabia o que “queria ser” e, sinceramente, até hoje me pergunto se sei. Até o ano passado não tinha ideia do que iria cursar na universidade, eu pesquisava sobre as diversas profissões que pareciam mais ou menos interessantes tentando me imaginar exercendo alguma delas no futuro, mas sem sucesso. Em uma dessas pesquisas, porém, passei a analisar seriamente o jornalismo e considerá-lo como uma opção. Muitas pessoas já me haviam dito que eu devia ser jornalista, geralmente sob o pretexto de que eu “adoro ler” ou, nas palavras da minha mãe, “falo demais”, mas eu sempre dizia que não tinha certeza se tal profissão seria realmente para mim. Porém, quanto mais pesquisava sobre jornalismo, mais percebia que poderia me interessar muito. O jornalista é aquele que observa tudo e investiga diversos assuntos para depois expô-los para a população, sendo assim uma pessoa curiosa como eu se encaixa bem nesse perfil. Além disso, a falta de rotina, os horários muitas vezes malucos e a possibilidade de ir a diversos lugares atrás de notícias me atraiu muito.
Assim,
decidi cursar jornalismo para aprender mais sobre essa área tão versátil, mesmo
não tendo certeza ainda sobre que rumo quero seguir na vida. Muitas vezes temos
uma ideia sobre algo que acaba não sendo do jeito que imaginávamos e eu sei
que, estando ainda no segundo semestre do curso, não posso dizer que saiba, na
prática, como é a vida de um jornalista. Talvez eu venha a descobrir no futuro
que ela não é para mim e que eu cometi um erro naquele dia de 2014 em que me
inscrevi para o vestibular, mas hoje acho que é o que eu quero para o meu
futuro e, portanto, me sinto compelida a explorar as diversas opções que o
curso pode me oferecer.
*Estudante da disciplina Introdução ao
Jornalismo, Faculdade de Comunicação, UnB, 2. Semestre/2015.



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